terça-feira, 11 de junho de 2013

Meu herói


Meu herói. Este é o nome de matéria de uma revista de circulação
nacional, que apresentou ao público relatos muito valiosos.

Abaixo do título do artigo veio escrito:

Todo mundo tem um ídolo assim: em vez de voar ou soltar raios, seu
superpoder é o de repassar valores que moldam nosso caráter e nos
acompanham pela vida inteira.

Em seguida, as jornalistas apresentam diversos relatos de pessoas
falando sobre seus ídolos especiais - esses heróis que lhes deixaram
uma contribuição imensurável para a vida.

Deixaram bons exemplos, bons valores. Deixaram uma referência de
conduta que lhes permitiu passar pela vida com maior segurança.

Os relatos são belíssimos, singelos, emocionantes.

Um deles, de uma menina de 18 anos, dizia assim:

Meu avô abandonou a família quando meu pai tinha 5 anos. Tempos
depois, apareceu em nossa casa, velho e doente.

Meu pai cuidou dele até a morte. Naquele dia, jurei fazer o mesmo:
nunca abandonar esse homem tão generoso: meu pai, meu exemplo, meu
herói.

Percebamos a beleza desta breve narrativa. Imaginemos que exemplo esse
pai está deixando para as próximas gerações!

Um exemplo de amor, de dedicação, de perdão.

Filhos criados em lares que lhes apresentam estas referências
elevadas, honrosas, têm muito mais chance de se tornarem homens e
mulheres de bem.

Os pais da nova era precisam ter esta vontade de se tornarem heróis
para seus filhos, heróis da dignidade, da honestidade, da
fraternidade.

Se os filhos encontram seus ídolos dentro do lar, quem sabe possam ser
menos influenciados pelos ídolos do momento, pelos ícones instantâneos
dos dias atuais, tão perigosos.

Se é natural que as crianças, que os adolescentes e jovens imitam
aquilo que julgam interessante, que esta imitação possa ter, no seio
da família, uma fonte inesgotável e de qualidade superior.

Depois da vontade, precisam ter o esforço e a abnegação, pois para ser
herói de verdade é preciso se dedicar, planejar as ações. Construir em
casa uma fonte de boas referências em tudo.

O exemplo vivenciado entre as paredes de um lar possui uma força
inimaginável, na construção do caráter da alma infantil.

Não se exige perfeição dos progenitores, de forma alguma. Aliás: a
constatação das falhas, das deficiências também é parte importante da
construção de um herói.

Heróis não são seres perfeitos: são seres que buscam a perfeição, dia
após dia, batalha após batalha.

Que os pais possam ter em mente este objetivo: de deixarem, a cada
dia, ano após ano, um jardim de boas referências a seus filhos.

Tais exemplos terão a força de modificar as próximas gerações, pois se
forem fortes o suficiente, se marcarem a vida dos filhos, certamente
seguirão na direção de netos, bisnetos, etc.

Que os pais deixem belas histórias, belas lembranças, que serão sempre
um grande farol a guiar os filhos nos momentos de dificuldade.

Estes são os heróis dos novos tempos: os homens e mulheres de bem que
deixarão o legado dos exemplos inesquecíveis, das lições que jamais se
poderá olvidar.



Redação do Momento Espírita com base em matéria de Ana Luísa Vieira e
Juliana Dias, da revista Sorria, de abril/maio 2011.

Em 11.08.2011.




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