sexta-feira, 7 de junho de 2013

Metas


É comum os homens estabelecerem metas a serem alcançadas. Nas
empresas, todos perseguem metas.

Na vida particular, quando o ano está para findar ou quando se
aproxima a data do aniversário, quase sempre traçamos diretrizes para
os meses próximos.

As metas variam conforme as pessoas. Cada qual as coloca no papel ou
arquiva na memória, sempre de acordo com os propósitos que tem na
vida.

Há os que estabelecem como diretriz a mudança de emprego. Uma nova
atividade profissional, um salário mais compensador, novos desafios a
serem enfrentados.

Outros falam em mudar de cidade, de casa. Afinal, ambiente novo enseja
renovado vigor à vida.

Outros arquitetam matricular-se em um curso, procurar uma escola, ler
um livro, a fim de melhorar a condição intelectual.

Outros ainda, que se descobrem distanciados da religião, decidem por
retornar a frequentar determinado templo religioso, para se aproximar
de Deus.

São sempre metas que visam ao bem-estar, à felicidade da criatura.
Aqueles que se sentem com alguns quilos a mais, pensam em começar a
fazer regimes e dietas para emagrecer.

Os que se sentem muito magros entabulam questões, buscando fórmulas
para adquirir maior peso.

No entanto, o mais importante de tudo e que, às vezes, esquecemos é
que a meta que devemos colocar como prioritária é a de iniciarmos a
conquista da perfeição, o que equivale a dizer, a melhoria do próprio
caráter.

Benjamin Franklin, famoso inventor e estadista norteamericano,
acreditava que isso poderia ser conseguido se a criatura se impusesse
uma disciplina firme.

Dizia que melhorar o caráter era uma arte que devia ser estudada,
exatamente como a pintura e a música.

Quando jovem, fez uma lista das qualidades dignas de se admirar e se
propôs a conquistá-las: ia ser moderado no comer, evitaria a
tagarelice, seria sistemático nos negócios, terminaria qualquer tarefa
que começasse, seria sincero.

Trataria os outros com justiça. Suportaria as injustiças com
paciência. Evitaria as extravagâncias. Não deixaria que as pequenas
coisas o afetassem.

Organizou um pequeno livro para si, separando uma página para cada
virtude, a fim de dedicar uma semana de atenção a cada uma delas, de
forma sequencial.

Assim, quando estivermos pensando em metas, pensemos em estabelecer a
meta de sermos mais gentis, mais fraternos, mais amigos.

De cobrarmos menos dos nossos amores e doarmos mais. De oferecermos
mais carinho, atenção e cuidados e exigirmos menos.

Estabeleçamos como meta contribuir para a felicidade de alguém, para
descobrir a própria felicidade.

*   *   *

Se desejamos realmente melhorar, tracemos um programa simples.
Tentemos ser pacientes. Organizemos todos os momentos sem agitação e
ansiedade.

Sejamos caridosos. Um coração caridoso é uma ilha onde a felicidade reside.

Sejamos amorosos. Num mundo carente, todo gesto de amor é como um raio
de luz apontando rumos de felicidade.

Permitamos que o amor nos conduza, fluindo de nós para os demais.
Cooperemos e confiemos no bem.



Redação do Momento Espírita com base no cap. Benjamin
Franklin, do livro Expoentes da Codificação Espírita, organizado por
Maria Helena Marcon, ed. Fep e no cap. 14 do livro Filho de Deus,
pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira
Franco, ed. Leal.
Em 7.7.2012.




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