quinta-feira, 14 de março de 2013

Mamãe, por que te amo tanto?


Todas as crianças, inevitavelmente, chegam naquela fase das famosas perguntas.

Perguntam sobre tudo. Querem saber sobre tudo, num afã natural e belo
de se ver, na busca pelo conhecimento, por descobrir o mundo.

Do que são formadas as nuvens?

Por que aquele homem mora na rua?

Como o Papai do Céu pode vigiar todos ao mesmo tempo?

Como nasceu a primeira mãe de todas?

Porquês e mais porquês... Que acabam deixando os pais de cabelo em pé,
em muitas ocasiões.

Uma dessas perguntas em especial, chamou-nos a atenção, quando em
contato com uma reportagem de certa revista especializada em educação
infantil.

Mamãe, por que te amo tanto?

Há perguntas que nasceram para serem perguntas, e há respostas que não
são palavras. – Afirma o autor da matéria.

Diz ele ainda que nesses casos a melhor resposta pode ser um beijo, um
abraço forte, o toque, o silêncio...

Realmente, poderíamos pensar: Como explicar o amor? Como encontrar a
razão na Terra onde reinam os sentimentos?

Sem a pretensão de explicá-lo, mas com a vontade de torná-lo mais
admirável ainda, quem sabe poderíamos dizer a essa criança:

Você ama sua mãe, pois antes de lhe dar o abrigo desta casa feita de
paredes, ela guardou você em um lar de beleza sem igual, aconchegante
e cheio de paz.

Você ama sua mãe, pois possivelmente esta não é a primeira vez que
você a vê. Seus corações amigos podem ter se encontrado muito tempo
antes...

Você ama sua mãe, certamente porque junto do alimento do corpo, ela
lhe concedeu sempre a nutrição da alma, com seu sorriso e um ‘Seja
bem-vindo ao mundo, meu filho!’

Seu amor por sua mãe vem dos cuidados que ela tem pelas coisas mais
simples da vida, como:

arrumar os bichinhos de pelúcia no quarto para lhe darem ‘bom dia’ pela manhã;

colocar o macaquinho ao seu lado, para que você o abrace à noite, e
não se sinta só.

Conversar com você durante o banho, ensinando o nome de cada pedacinho
de seu novo corpo, e enchendo-o de beijos amorosos.

Dançar com você pela sala, rodando, rodando, para ouvir suas
gargalhadas deliciosas.

Ficar com você no colo, assistindo seu desenho preferido, até você
pegar no sono, tranqüilo, seguro, aquecido.

Levar você para a cama dela, quando você se sente sozinho em seu
quarto à noite, aconchegando-o bem perto de seu coração - lembrando
dos tempos em que você estava ali, crescendo forte dentro dela.

Finalmente, poderíamos dizer que você ama sua mãe, porque ela ama você
sem pedir nada em troca. O que um dia você entenderá como sendo o amor
incondicional. E ela será seu maior exemplo dele.

* * *

Um filho bem amado nunca esquecerá sua mãe.

Mesmo que ele enverede por caminhos tortuosos, que faça escolhas
perigosas na vida, aquela candeia do carinho materno sempre estará lá.

Será aquela luzinha distante, no meio da escuridão dominante da
ignorância - como um convite terno para trazê-lo para a senda
iluminada novamente.

O amor materno será sempre seu laço seguro e certo com o amor de Deus.

Que o Criador Supremo do Universo abençoe todas as mães...

Redação do Momento Espírita com base no artigo Cada pergunta
difícil..., de Cristiane Rogério, publicado na Revista Crescer, de
março de 2008, ed. Globo.
Em 05.05.2008.




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