quarta-feira, 28 de maio de 2014

Qualidade do amor


Você ama?
O que é amor?
Uma poética definição do Espírito Emmanuel diz que o amor é a força de Deus que equilibra o Universo.
Por aí podemos notar o poder desse sentimento.
Na nossa vida diária o amor ocupa lugar de destaque.
Não existe quem não ame a ninguém ou a nada. O ser humano é eminentemente afetivo.
A capacidade de amar é a virtude por excelência, chama especial que nos assemelha ao Criador.
Alguns amam o seu trabalho, outros a sua religião.
Alguns amam seus bens, outros a sua arte.
Alguns amam o esporte; outros amam os animais...
Mas todos nós, sem exceção, amamos a outras pessoas, sejam amigos, esposa, marido, filhos, mãe, pai, avós...
Você mesmo que nos ouve agora, deve, neste instante, pensar nas pessoas que ama.
Mas, uma questão se impõe quando se fala de amor: Quem ama se desentende?
É óbvio que, se falamos de amor com maiúscula, jamais ele provocará desentendimentos. Entretanto, esse amor sublime é a conquista da vida, é o amor completo, amor integral.
Na nossa marcha evolutiva, contudo, muitos de nós estamos por conquistar esse amor, o que não impede que o sintamos e o manifestemos.
Digamos assim que o nosso amor não está pronto. Está, pois, incompleto.
É por esse motivo que nos desentendemos.
Algumas pessoas pensam que não se amam, porque têm dificuldades de se dar.
Para que o nosso amor se torne completo faz-se necessário o apoio daquilo que chamamos os complementos do amor.
O afeto que sentimos por alguém é o estímulo para a conquista dos complementos, sejam eles: o perdão, a alegria, o carinho, a renúncia, o companheirismo e a compreensão.
Procure perdoar as pessoas que ama. Ponha-se no lugar delas e pense se também não está sujeito a erros.
Busque viver alegremente, iluminando-se e àqueles que ama. Só o fato de ter um amor já é motivo para festa.
Seja carinhoso com seus amores. Não há dificuldade de relacionamento que resista à força do carinho.
Renuncie a coisas pessoais, a fim de dar espaço para o seu amor. A melhor forma de pensar em si é pensar um pouco nos outros.
Ofereça ao seu amor a luz desses complementos e você vai perceber que para amar comA maiúscula, basta querer com também maiúscula.
*   *   *
O ódio é o amor doente.
Ninguém odeia gratuitamente e, na maioria das vezes, o ressentimento é fruto do sofrimento que a pessoa odiada provocou em nós mesmos ou em alguém a quem amamos.
O ódio, porém, tem o poder de desequilibrar a nossa capacidade afetiva, nos fazendo, inclusive, magoar mesmo às pessoas que amamos.
A mágoa é o amor melindrado.
Se você está magoado com alguém é porque ama esse alguém.
Se ama, então por que não perdoar
*   *   *
Não se canse de amar.
Insistindo no amor você conseguirá impregnar as pessoas ao seu redor, recebendo as bênçãos de que se reveste. 
Redação do Momento Espírita.
Em 19.10.2012.




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