terça-feira, 13 de maio de 2014

A profissão ideal


Uma vida equilibrada e feliz possui como um de seus importantes ingredientes o aspecto profissional.
Afinal, uma parcela substancial da existência humana é gasta no trabalho.
Muitos escolhem sua atividade com base em questões financeiras.
Também costumam levar em conta a vaidade e o orgulho.
Nessa equação, entram em cena o histórico familiar e a opinião dos outros.
Não se indagam a respeito de seus gostos e tendências.
Por conta disso, mais parecem condenados a trabalhos forçados do que profissionais livres e realizados.
Abominam os dias úteis, enquanto esperam ansiosamente os finais de semana, os feriados e as férias.
As aptidões naturais são um valioso indicativo das atividades que se pode realizar com competência e satisfação.
Não se olvida que a vida material apresenta exigências, que devem ser satisfeitas.
Quem assume compromissos precisa dar conta deles.
Não é viável decidir que de nada se gosta e tornar-se um peso para os parentes e a sociedade.
Existem profissões adequadas ao próprio caráter e habilidades.
Mas, qualquer que seja a atividade, alguns problemas se apresentam.
A vida humana sempre tem desafios e dificuldades.
É mediante seu enfrentamento que o caráter é burilado e as virtudes se afirmam.
Quem procura uma profissão ideal, bem remunerada, sem pressão e isenta de crises, não a encontra.
Caso se dedique a buscá-la, trocará constantemente de emprego e atividade, sem nunca se dar por satisfeito.
Assim, não se trata de buscar a perfeição, que realmente não existe na Terra mas, de identificar algo cujo realizar traga satisfação.
Em uma sociedade que evolui, as diferenças salariais se tornam menores.
As profissões mais sofisticadas, que pressupõem grande preparo, sempre ensejam remuneração superior.
Contudo, os trabalhadores mais modestos também conseguem viver com dignidade.
Nesse contexto, o talento pessoal é algo a ser considerado.
Havendo possibilidade, trabalhar em algo de que se gosta torna a vida leve e agradável.
Talvez esse trabalho não seja considerado o melhor pelos amigos e pela família.
Provavelmente, não renderá uma fortuna.
Mas quem irá desempenhá-lo é que deve decidir o que lhe convém.
Ademais, ninguém consegue realmente se sobressair ao fazer algo que não aprecia.
Sem vocação para uma tarefa, o desempenho tenderá a ser sempre mediano, quando não sofrível.
E é difícil ser bem remunerado fazendo algo que se detesta.
Assim, ao escolher sua profissão, preste atenção em seus talentos.
Sem olvidar aspectos práticos, procure algo que consiga fazer bem e com prazer.
Isso tornará sua vida mais simples e feliz!

Redação do Momento Espírita, com base no item 928 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 30.08.2011.




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