quinta-feira, 20 de junho de 2013

Missionário da paz


Bem difícil será encontrar quem não tenha ouvido falar a respeito de
Albert Einstein.

Ou quem não tenha visto a sua mais célebre foto, que o mostra pondo a
língua para fora. Foto datada de 14 de março de 1951, durante a
comemoração dos seus 72 anos de idade.

O que poucos talvez saibam é de suas intensas lutas pelas causas sociais.

Ele foi membro do Comitê de Cooperação Intelectual da Liga das Nações,
juntamente com o maior líder dos direitos civis indianos, Mahatma
Gandhi.

Participou de um manifesto internacional pela Liga Internacional da
Mulher pela paz e liberdade. Também pelo desarmamento internacional,
como fator principal para assegurar a paz no Mundo.

Estabeleceu uma campanha para angariar fundos para a Universidade
Hebraica de Jerusalém. Desejava que os judeus de toda parte pudessem
estudar sem viver sob regime de discriminação.

Como Físico famoso e invejada capacidade para palestras, conseguiu
êxito nessa empreitada e se tornou Presidente da Universidade Hebraica
de Jerusalém.

Em Berlim, ocupando cargo de orientador no Instituto de Física, é
informado de que Hitler chegara ao poder, na Alemanha.

Avisado por amigos de que havia um plano para que ele, Einstein, fosse
assassinado, parte para os Estados Unidos.

Deixa a Alemanha com lágrimas nos olhos e na alma, por sentir a
aproximação da Segunda Guerra Mundial. A esperança de paz se diluía no
confronto do ódio e do egoísmo de homens, que sentiam prazer em matar
pela prepotência do poder.

Instalado em Princeton, nos Estados Unidos, trabalha no Instituto de
Estudos Avançados.

A essa altura, soube que os alemães, baseados em suas teorias,
estudavam a construção de uma bomba atômica.

De imediato, escreve ao Presidente americano Franklin Roosevelt,
procurando alertá-lo sobre a potência do urânio.

Nunca, declarava Albert, ele deveria servir como arma destruidora.

Judeu pacifista, luta contra a utilização das armas nucleares e
convida o povo de Israel a lutar para a resistência contra o Nazismo.

Após a guerra, continua suas viagens e conferências, alertando:

A guerra está ganha, mas não a paz...

Aceita fazer um concerto de violino, na cidade de Princeton, para
beneficiar as crianças que ficaram órfãs durante a guerra.

Como Presidente do Comitê de Emergência dos Cientistas Atômicos, pede
às Nações Unidas para pensarem numa forma de governo mundial.

Einstein acreditava que o único modo de preservar a paz seria tocando
o sentimento do amor universal entre os povos.

Pensando nos outros, oferece um manuscrito de seu trabalho sobre a
Teoria da Relatividade, com seu autógrafo, para ser leiloado.

A arrecadação de seis milhões de dólares foi enviada ao fundo de ajuda
às vítimas da Segunda Guerra Mundial.

Ele reencarnara para revolucionar o mundo com a Lei da Relatividade e
a matemática.

Também revolucionou corações como missionário da paz.



Redação do Momento Espírita, com base
na biografia de Albert Einstein.
Em 09.04.2009.




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