quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Jovens e diretrizes



    Jacqueline tinha oito anos de idade e seu irmão Coly tinha seis, quando perderam o pai, em um acidente automobilístico.

        Então, Jacqueline, muito ligada ao pai, ficou desesperada. Ele, que era seu disciplinador dedicado, já não estava mais presente.

        Em poucos meses, tudo se transformou. A mãe, que não se preocupava com a disciplina da família, agora se descontrolava com freqüência.

        Um caos, uma revolta sem fim tomou conta da família.

        Irmão contra irmão, gritos, agressões e palavrões até mesmo contra a própria mãe. Uma situação insustentável.

        Então, a mãe percebeu que necessitava de ajuda para reequilibrar e assumir o controle da família, já que não restava outra opção.

        Contratou uma educadora para auxiliá-los.Depois de muitas análises do comportamento e da rotina familiar, a educadora traçou um plano.

        Respeito, vontade, obediência e muito diálogo, foi o que receitou.

        Colocou para a mãe a necessidade da liderança, para dar um norte aos filhos, e o estabelecimento de limites.

        Aquela garotinha havia perdido não só a presença e o amor do pai, mas também as barreiras em que se apoiava para a conquista da liberdade.

        Aos poucos, a mãe foi aprendendo a exigir na hora certa, a direcionar os acontecimentos com firmeza e respeito, assumindo realmente o seu papel de mulher adulta e responsável.

        O lar voltou a ter harmonia e tudo melhorou.

        Jacqueline agora entendia que havia alguém de volta na sua vida que, por muito amá-la, lhe dizia o que podia ou não fazer, o que estava certo ou errado.

        Assim, ela ficou mais doce e amável, tornando-se grande companheira da mãe, como nos tempos do pai.
* * *
        A educação deve ser o centro das atenções nas famílias, pois a família é a célula da sociedade.

        Cada detalhe ou acontecimento devem ser explicados com naturalidade, sem que o educador negligencie ou desconsidere a inteligência da criança.

        Com devotamento na educação, evita-se que os filhos fantasiem ou criem pensamentos equivocados a respeito da vida.

        Um diálogo sincero e amigo traz à tona o sentimento para se juntar à teoria, fortalecendo e criando novos hábitos, em bases sólidas e confiáveis.

        O diálogo lúcido e respeitoso impede a formação de personalidades caprichosas, que só estão satisfeitas quando podem ditar a última palavra.

        A educação correta na infância poupa desgastes no futuro e evita impactos dolorosos e marcantes no ciclo da vida.
* * *
        A melhor, a mais eficiente e econômica de todas as modalidades de assistência é a educação, por ser a única de natureza preventiva. Não remedeia os males sociais; evita-os.
Redação do Momento Espírita, com base no programa SOS Babá, do Discovery Home Health, e em pensamento extraído do livro O Mestre na educação de Vinícius, ed. Feb.
Em 05.05.2008.





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